Pesquisa do Expresso Feminino

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2 de junho de 2016

Receitas para o dia dos namorados

por Flávia Pantoja Strafacci


Vários restaurantes de qualquer cidade possuem um cardápio próprio para a comemoração do dia dos namorados. Mas se quiser fazer algo mais íntimo ou uma surpresa, que tal receitas práticas e recheadas de sabores que não tem como errar?


Veja alguns sites de culinárias que preparam cardápio para o dia dos namorados:

Nestle receitas a dois 
Tudo gostoso
Ana Maria Braga
Bolsa de mulher - receitas para dia dos namorados


É possível manter a paixão?
 

29 de maio de 2016

Amor conjugal


Por Flávia Pantoja Strafacci


        O amor pode ter várias faces, ele se apresenta de várias formas, níveis, intensidade. Podemos amar várias pessoas de forma diferente. Mas, quando se trata de uma relação a dois é necessário mais que simplesmente amar para que esse sentimento perdure.

       Durante a vida procuramos entender esse danado de sentimento para que consigamos, enfim, achar nossa ‘cara metade’... e vamos tropeçando por esse louco e estranho sentimento que se molda, que não para quieto mesmo quando amamos mesmo a pessoa.

       Mas sentimentos são assim: eles se transformam e amadurecem junto conosco e variam de acordo com as experiências, acertos e erros cometidos. Fora os sentimentos que simplesmente confundimos com o danado do amor.

       A danada da paixão é líder em nos despistar do amor. Com idas e vindas da vida, também podemos nos deparar com o sentimento de gratidão que cresce...e se transforma em amor. E o sentimento lindo entre dois amigos e confidentes que se torna enorme e vira amor?

      Arrisco dizer que qualquer sentimento pode se transformar em amor...e não posso jamais afirmar com precisão (e quem consegue obter precisão sobre um sentimento?) que qualquer um deles, ao se transformar em amor, não possa sobreviver para sempre.

      Mas creio que amor que dura tem que ter um pouco de vivacidade, que poderia ser chamado de atração...como se manter numa relação conjugal sem desejo?

     É bom haver certa ternura e companheirismo para que dure, se houver certa parceria haverá mais facilidade de compreensão e poderão sobreviver às dores e vendavais que a vida traz e os afeta.

      Interesse no outro – admiração. Se esse interesse permanece intacto a relação pode ser reacendida enquanto necessitar.

      Respeito mútuo. Sem respeito qualquer relação, seja conjugal, seja fraternal, seja o que for, morre aos poucos, sobrando apenas mágoa.

      Conhecer e confiar. Confiança traz paz, tranquilidade. Quando temos a certeza de que somos amados somos envolvidos por um sentimento maior, damos o melhor de nós. As pessoas pulam muitas fases da relação nos dias de hoje esquecendo a importância de se conhecer de verdade quem está ao seu lado. Conhecer o outro é saber de sua história de vida, entende-lo, conhecer suas fraquezas e seu lado forte. Conhecendo o outro te permite confiar.

      Puxa! Como saber se tenho alguém assim em minha vida? Da próxima vez que seu coração se interessar por alguém, use a cabeça e analise: você admira essa pessoa? Ela te faz bem? Consegue ser você mesmo ao lado dela sem grande esforço? Além daquele friozinho inicial de toda relação, sente carisma, vontade de passar muito tempo com a pessoa, seja em silêncio, seja conversando por horas...tantos faz? Você respeita, aceita, enxerga e até admira essa pessoa como ela é SEM querer muda-la? Conhece bem quem está ao seu lado? E o mais importante: isso tudo é recíproco? Então corre!!! Não perde tempo!!!

18 de maio de 2016

Paixão


Por Flávia Pantoja Strafacci

          A melhor definição que já li sobre a paixão é “que seja mortal posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure”.

         É exatamente isso: algo intenso que nos toma, nos deixa inebriados, meio sem juízo, meio sem noção. Fazemos coisas inesperadas, podemos ser o melhor e o pior de nós mesmos. Não é à toa que dizem que nos cega e nos levam a cometer loucuras... uma paixão avassaladora é como um vício difícil de largar, queremos mais mesmo que não nos faça bem.

       Fica difícil de se recompor quando ela nos é tomada ou quando se acaba por parte do outro, já que a paixão anda lado a lado com o ego ferido, muitas vezes frustrados pelas circunstâncias. Muitos nunca a superam se maltratando eternamente, alimentando o sentimento de perda, de derrota, quase como um masoquismo por parte de nossa cabeça tomada por um veneno que cega.

      Se apaixonar é muito bom, enquanto você obtém controle da situação e dá o melhor de si e recebe em troca. Uma grande paixão pode ser melhor ainda, porém nos devasta como um grande tufão, levando nossa esperança pelo amor, leva o ego embora permitindo que façamos coisas que jamais faríamos.

       Paixão nada tem a ver com o amor verdadeiro. O amor constrói, cria raízes, nos conforta, permite que vejamos com clareza e temos a oportunidade de construir algo sólido sobre essa relação. O amor, quando baseado nas coisas certas, com os itens certos, pode durar par sempre.

        A paixão é como um tornado, um maremoto, o êxtase trazido por uma droga...vem, mexe com você, te faz achar que não pode viver sem aquela pessoa e simplesmente some, deixando rastros por toda parte.

       Mas vale a pena. Quando vivenciamos uma grande paixão e conseguimos superá-la, reconstruir o ego e reconhecer que não, não vamos morrer sem aquela pessoa, estamos livres e prontos para o verdadeiro amor.

7 de junho de 2010

Por que o amor morre na praia?

por Flávia Pantoja Strafacci

Lembrei de um texto que li há muitos anos e adoro! Acho que combina com essa data que se aproxima – o dia dos namorados; é uma dica muito legal de como manter o amor vivo dentro da gente e no parceiro.

“São tantos relacionamentos que começam, paixões que prometem durar toda a vida, mas depois de algum tempo, é fácil ver o amor morrendo na praia.

Tem gente que já na segunda saída se desencanta, outras pessoas mantém a chama acesa por alguns poucos dias ou meses.

Quem consegue um relacionamento de anos pode se considerar bem sucedido. Já o antigo felizes para sempre é uma raridade, quase uma relíquia. O que está acontecendo? O que leva as pessoas hoje a ficarem cada vez menos tempo juntas?

Antes de mais nada podemos dizer que vivemos uma enorme auto-afirmação do indivíduo. Foram tantos anos obedecendo regras, fazendo o que devia ser feito, andando em cima dos trilhos do certo e do errado, que agora uma grande parte das pessoas se rebelou e está completamente incomodada em dividir a liberdade com o compromisso de caminhar junto de alguém.

Por outro lado, a ideologia do prazer e do conforto tomou conta de nossas vidas de tal forma que não suportamos a idéia da dor. O problema é que para se relacionar com alguém você precisa abrir mão do que é imediato para entender a relação como uma possibilidade de crescimento.

O amor não é confortável. Na filosofia do tudo fácil e descartável, não cabe o trabalho que uma relação dá. Para estar com alguém você precisa entender o ponto de vista alheio, precisa abrir o coração, se colocar na pele do outro.

Também não é possível amar se você não tem uma comunicação bem transparente e corajosa. Se você é covarde e economiza as suas palavras, se você não expressa o que sente e pensa, fica muito difícil manter um relacionamento vivo. A tendência é não falar, é não manifestar o que está mal resolvido como ressentimentos, raivas. Assim a relação esfria, perde a vitalidade, fica superficial.

A falta de generosidade também é um grande problema. Na convivência, os casais esquecem de manifestar o seu amor, pensam que não é necessário dizer palavras doces, presentear o outro com o romantismo que caracterizava o começo da relação. Feito uma plantinha que precisa de água para sobreviver, a relação também pede como alimento o carinho. Sem ele, nada feito.

Por que o amor morre na praia? Ele morre pela falta de cuidado, morre pela falta de consciência. Se você pensa que o amor acontece por si, está enganado. O amor é forte e frágil ao mesmo tempo. Ele brilha e irradia sua luz quando os amantes estão vivos, criativos e aptos para a relação, caso contrário, ele não tem condições de sobreviver” (SAVIAN, Sergio. Grifo meu).

12 de janeiro de 2010

Respeito é bom e conserva o relacionamento!

por Flávia Pantoja Strafacci

Além do amor, o respeito é a peça fundamental para um relacionamento durar. Não adianta vocês se gostarem se a cada discussão são ditas coisas inaceitáveis. Sabe aquele típico casal entre ‘tapas e beijos’? Só funciona na tv mesmo...
Mesmo que dure, um relacionamento sem respeito é arrastado ao longo dos anos e são colecionadas mágoas que com o tempo poderão transbordar. Refiro-me ao respeito em sua mais ampla definição; respeitar outra pessoa é dar o espaço que ela precisa, é tratá-la com decência.
Se você persegue seu (sua) parceiro (a), o (a) acusa de fazer coisas inadmissíveis, você está desrespeitando-o (a), está dizendo: eu não confio em você! E se você possui motivos para não confiar a ponto de ter que desrespeitá-lo (a), então o que faz com essa pessoa? Por que insiste em ficar com ela?
No dia-a-dia você ofende quem você ama? Qual é o seu problema? Por que age assim? Chegaram a um ponto que não conseguem resolver seus problemas e simplesmente ficam se ofendendo mutuamente? Onde isso vai parar?
Não possui o hábito de trocar ofensas com seu amor, mas quando se chateia, sai de baixo?! Sai atirando palavras sem nem pensar no que está dizendo? Claro que é normal as pessoas falarem coisas que não deviam quando estão bravas e nem devemos levar muito em conta o que é dito nesses momentos, pois são mais desabafos.
Mas tem que se ter muito cuidado para isso não virar rotina. Não é em qualquer discussão que você vai perder as estribeiras... muito menos sair usando palavras intoleráveis. Acho que o casal deve limitar certas coisas... palavrão, por exemplo, deveria ser algo proibido de se dizer quando há discussão entre namorados ou casados.
Lembre-se: ofensas com palavras também é uma forma de agressão. Se não cuidar desse problema, pode virar uma avalanche e acabar muito mal. Não tem absolutamente nada de positivo em agredir verbalmente uma pessoa que você ama.